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sábado, 8 de novembro de 2014

Dejavù

Se identificas teus traços
nos versos que faço
de provas e ditos
é que devolvo os pincéis
e os livros que não leste
nas pinturas de teus dedos
sem nome
ou digital impressa.

Óculos, borrachas e pretéritos
impostos.
Sempre os mesmos começos
os mesmos santos devotos.

E as trilhas descobertas
nas emprestadas tintas
que não novas
e em tuas mãos
viram festas.


Às 11h do dia 11.08.2014

2 comentários:

  1. - O poeta e o mendigo -
    Eu e ele.
    O poeta
    E o Mendigo.
    Eu de alma esfarrapada,
    Ele de fato roto.
    Eu faminto de calor e ternura,
    Ele de estômago vazio, esfomeado.
    Eu mendigando esmolas de carinho,
    Ele pedindo nacos de pão seco.
    Ambos à margem,
    Ambos perdidos,
    Ambos sós.
    O poeta, que é poeta por ser louco,
    O mendigo, que é mendigo
    Por ser pobre.
    ____ M. A.

    Vc sumiu, n faça isso

    ResponderExcluir
  2. - O poeta e o mendigo -
    Eu e ele.
    O poeta
    E o Mendigo.
    Eu de alma esfarrapada,
    Ele de fato roto.
    Eu faminto de calor e ternura,
    Ele de estômago vazio, esfomeado.
    Eu mendigando esmolas de carinho,
    Ele pedindo nacos de pão seco.
    Ambos à margem,
    Ambos perdidos,
    Ambos sós.
    O poeta, que é poeta por ser louco,
    O mendigo, que é mendigo
    Por ser pobre.
    ____ M. A.

    Vc sumiu, n faça isso

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