Escrever é, pra mim, o máximo da liberdade. Aqui, na letra, me desfaço das roupagens que sou obrigada a usar no cotidiano. Aqui sou inteira, sou real, sou palpável, porque essencialmente alma. Parece contradição? Pois deve ser mesmo. E daí? As contradições são minhas companheiras há tempos. Quando não aparecem, sinto falta, como se grandes amigas não dessem notícias há tempos. Como se faltasse algo e eu não soubesse definir exatamente o quê.
Escrever é mais que prazer. Sou eu. Aqui. Inteira. Pra ler.
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