Quando ele vem
não tenho tempo pra mais nada
não estou pra mais ninguém.
Desfaço as amarras das convenções
liberto os delírios covardes das ilusões,
acorrento o medo. E espero.
Na capa do livro, apresento o estilo
da história que quero viver no momento
em que ele vem.
Quando ele vem
não há deserto ou instrumento
que eu não tenha aprendido a tocar.
Há liras, sonetos, soluções,
há espadas e épicos
e histórias bem contadas,
quando ele vem...
28.05.2008 - 0h39min
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