Perco a palavra.
Construo sentenças involuntárias.
Avanço um passo parado enquanto
A erudição me proíbe
De andar descalça
Entre as vírgulas impressas
Nas culpas da arte duvidosa que produzo.
Estabeleço parâmetros
E os rituais marcam as conclusões precipitadas
Nos pactos permanentes.
Assumo as estradas
Pelas quais embalo meus impossíveis sonhos.
Nas minhas pretensas criações
Permaneço.
13.06.2010 - 03h13min