Toca inventar poesia. Pincelar cá e acolá um tantinho de cor do dia feito manhã enluarada ou sol posto na estrada de pedras e paus e tropeços. Toca desenhar soluções e estruturas nas paredes balouçantes das pinguelas que derretem velas e veias de palavras que não dizem o que a areia o pó e o desafio dividem ao meio. Uma parte é minha a outra achocolato com ferro fogo cimento e bala de hortelã e sigo adiante.
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