segunda-feira, 31 de dezembro de 2007

Festa? Só no coração.

Este ano, aqui em casa, não faremos ceia festiva. Não haverá fogos na virada. Nem abraços. Nem canção alguma. Não faz sentido rejubilar-se, se minha mãe não está presente. Mesmo assim, vamos agradecer. O milagre foi feito. Ela sobreviveu, mais uma vez. Com seqüelas ou não, tanto faz. Ela ainda está. Independente dos fogos, dos abraços, da ceia, do espumante, das canções, a vida se renova. Outra vez temos a chance de dizer o que não foi dito. Outra vez temos a chance de fazer o que não foi feito. Outra chance. Se for a última, que seja. Se não for, tomara que não seja. Mas é uma chance. E merece ser agradecida. Não deixa de dizer, em 2008, em nenhum momento, o quanto tu amas alguém. O quanto alguém é importante pra ti. Não tenha medo de arrependimentos. A gente se arrepende de NÃO ter dito, não de dizer. Não deixa de fazer tudo o que puderes pelas pessoas que amas. Por aqueles que te são caros. Por aqueles que estão próximos. Fica com eles. Tem paciência. Oferece amor e companhia. Quando eles se forem, saberás que deste o melhor. E teu coração sentirá alívio, na dor da despedida. Feliz 2008 pra todos nós. Os próximos, os distantes, os que estão por vir. Deus nos abençoe. Que haja festa em nossos corações. 31.12.2007 - 16h01min

Um comentário:

Wilson Correia disse...

A vida prevaleceu. E prevalecerá. Sempre! Um 2008 vigoroso pra vc!
Bj...