sábado, 8 de novembro de 2014

Dejavù

Se identificas teus traços
nos versos que faço
de provas e ditos
é que devolvo os pincéis
e os livros que não leste
nas pinturas de teus dedos
sem nome
ou digital impressa.

Óculos, borrachas e pretéritos
impostos.
Sempre os mesmos começos
os mesmos santos devotos.

E as trilhas descobertas
nas emprestadas tintas
que não novas
e em tuas mãos
viram festas.


Às 11h do dia 11.08.2014

2 comentários:

Sergio Silva disse...

- O poeta e o mendigo -
Eu e ele.
O poeta
E o Mendigo.
Eu de alma esfarrapada,
Ele de fato roto.
Eu faminto de calor e ternura,
Ele de estômago vazio, esfomeado.
Eu mendigando esmolas de carinho,
Ele pedindo nacos de pão seco.
Ambos à margem,
Ambos perdidos,
Ambos sós.
O poeta, que é poeta por ser louco,
O mendigo, que é mendigo
Por ser pobre.
____ M. A.

Vc sumiu, n faça isso

Sergio Silva disse...

- O poeta e o mendigo -
Eu e ele.
O poeta
E o Mendigo.
Eu de alma esfarrapada,
Ele de fato roto.
Eu faminto de calor e ternura,
Ele de estômago vazio, esfomeado.
Eu mendigando esmolas de carinho,
Ele pedindo nacos de pão seco.
Ambos à margem,
Ambos perdidos,
Ambos sós.
O poeta, que é poeta por ser louco,
O mendigo, que é mendigo
Por ser pobre.
____ M. A.

Vc sumiu, n faça isso