Despedidas as fantasias
obrigam-se as penas
a dizer verdades
mal vistas
nas quadras que bailam
na dança dos desesperadamente despidos
de esperanças esvaziadas de tudo.
Ninguém louva a queda da espera
pelo que há muito
fora esclarecido.
A falta de ousadia
cala a surdez
instala o absurdo
absolve o que não sabia
da rota raiz perdida.
Renasce a ignorância
à luz do dia
tão clara quanto a sombra
do infinito
es
tri
den
te
men
te
impura.
31.10.2011 - 14h50min
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